Em entrevista à rádio CBN, Jilmar Tatto, secretário municipal de Transportes, disse que a prefeitura "fez a parte dela" na questão entre os sindicatos de motoristas e cobradores e das empresas atuando na negociação e pedindo bom senso às partes. "Nós conversamos com os empresários e sindicatos para entrar num acordo, que se tenha bom senso, porque esse é um serviço essencial à população. São 1,5 milhão de pessoas afetadas por essa paralisação", disse Tatto. "A prefeitura cumpriu rigorosamente os contratos e tem pago em dia as empresas, fez a parte dela. Mas essa é uma questão trabalhista entre empresas e empregados", acrescentou o secretário, dizendo que a prefeitura "não entra no mérito" sobre se as reivindicações dos trabalhadores são justas ou não.
Em dia de paralisação de ônibus e chuva, a cidade de São Paulo já registra trânsito acima da média. Às 11h07, as vias monitoradas pela CET têm 112 km de lentidão, representando 13,3% da área - a média do horário é por volta de 9%. O rodízio está mantido na cidade; a paralisação de duas horas dos motoristas e cobradores de ônibus começou às 10h, fora do horário da restrição, que só recomeça às 17h.
Segundo a Socicam, empresa que administra os terminais de ônibus de São Paulo, todos eles já estão fechados na paralisação de motoristas e cobradores que começou por volta das 10h. A cidade tem 29 terminais administrados pela prefeitura, sendo 28 municipais e um intermunicipal. Alguns corredores, como o da avenida Rebouças, também registram veículos parados. Os ônibus intermunicipais funcionam normalmente.
Informações: Folha Online
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