Técnicos da Prefeitura de São José dos Campos concluíram em junho deste ano o diagnóstico que aponta as falhas no projeto de implantação do BRT (Transporte Rápido por Ônibus) em São José dos Campos.
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| Foto: /Claudio Vieira/PMSJC |
Sob pressão, o prefeito Felicio Ramuth (PSDB) ainda determinou à Secretaria de Mobilidade Urbana que apresente as correções necessárias até o próximo dia 31 de agosto. O tucano vinha sendo criticado por deixar a proposta em segundo plano.
Uma falha já detectada pelos engenheiros, e que será apresentada em agosto, está no terminal do BRT projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake em abril de 2015.
A proposta arquitetônica e urbanística teria espaço insuficiente para que os ônibus consigam manobrar na saída da plataforma.
INTEGRAÇÃO.
A Secretaria de Mobilidade Urbana ainda analisa como funcionará a integração do BRT com o restante do sistema de transporte da cidade. Isso porque a licitação vencida pelas três empresas de ônibus não prevê o novo modal.
"Em junho, eles [técnicos] me apresentaram um cenário muito perigoso, com vários problemas. Como gestor público, tenho que exigir o diagnóstico e a solução. Em junho, exigi que me apresentassem a solução de como consertar. O compromisso é, até 31 de agosto, apresentar para a sociedade o resultado dos estudos e as soluções", disse Felicio à TV Vanguarda ontem.
A obra, financiada pela Caixa Econômica Federal, tem custo de R$ 800 milhões. O vereador Wagner Balieiro (PT) disse, nesta semana, que um possível 'engavetamento' do projeto seria "uma perda para a cidade". "O BRT tem um valor grande e é impossível o município fazer sozinho."
Informações: O Vale

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